• Alexandre Madruga

PSICOnews | A hipnose (parte2)


Queridos leitores 

Antes de mais nada gostaria de me desculpar pela ausência na última semana. Infelizmente fui obrigado a abrir mão de algumas tarefas devido a uma forte gripe que me abateu. Problema superado, cá estamos nós dando continuidade a algumas reflexões sobre a hipnose. Conforme vimos, podemos atualmente dividir a hiponse em dois grupos diferentes. O primeiro relacionado a chamada hipnose de palco e o segundo à hiponse clínica propriamente dita. Após a regulamentação dos conselhos federias dos profissionais da saúde, a hipnose clínica ganhou gradativo destaque para diversas intervenções terapêuticas, não apenas para controlar ou fazer diminuir a dor em processos micro-cirurgicos e odontológicos, mas também na busca pela melhoria da qualidade de vida, do auto-conhecimento e a evolução nas práticas de ensino-aprendizagem dos processos educacionais. Para reforçar o que temos divulgado sistematicamente em nosso canal, é importante ressaltar que a hipnose é algo muito mais simples do que pode parecer. Não se trata de nenhum super poder e muito menos de qualquer fenômeno sobrenatural. 

Desconfie sempre caso a utilização da hipnose esteja associada a promessas de melhorias rápida, repentinas ou curas milagrosas. Infelizmente não são poucos os curiosos que insistem em adotar uma postura antiética e pouco convencional. Em última análise, a hipnose é um recurso terapêutico auxiliar e consequentemente limitado para qualquer tratamento dos males do corpo e da alma. Algumas técnicas são bastante simples e podem ser utilizadas por todos nós em casa ou em lugares adequados. Um ambiente silencioso, uma leve música e o simples controle da respiração em escala numérica crescente ou decrescente já é o suficiente para se dar conta de alguns benefícios interessantes. Pouco a pouco experimentamos a sensação de expansão da percepção, o aumento dos ruídos corporais e um certo aprofundamento do estado da consciência. Ou seja, nada sobrenatural. Não se esqueça que condução de um bom terapêuta em todo esse processo, certamente irá ajudar ainda mais ao cumprimento dos objetivos centrais de um bom tratamento, seja ele qual for. Fiquem atentos às nossas dicas e não deixem de nos enviar qualquer dúvida ou comentário a respeito. Um grande beijo e até a próxima! 

#Psicologia

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