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FONOnews | Autismo

Na próxima segunda-feira, dia 2 de abril, comemora-se o dia mundial de conscientização sobre o autismo, dia este que foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 2008 com o objetivo de conscientizar a população a nível mundial sobre o TEA (transtorno do espectro autista).


De acordo com o Center for DiseaseControlandPrevention (CDC), agência do departamento de saúde e serviços humanos dos Estados Unidos, em uma pesquisa realizada em 2014, a prevalência de casos de transtorno do espectro autista estava em 01 caso para cada 68 crianças. Enquanto em 2002 tínhamos aproximadamente 01 caso para cada 150 crianças.  


O transtorno do espectro autista é diagnosticado através de uma equipe multidisciplinar, comumente composta por neuropediatra ou psiquiatra infantil, psicólogo, fonoaudiólogo, entre outros profissionais. Caracteriza-se por prejuízos nas habilidades sociais, de comunicação e comportamento além de prejuízos de integração sensorial.
   

O fonoaudiólogo, dentro da atuação com TEA, visa estabelecer uma melhora do componente linguagem (verbal e não verbal) e da comunicação em geral. É necessário criar um plano de atendimento individual, levando em consideração que, dentro do espectro, possuímos pacientes com características e necessidades diferentes.
       

Trabalhar os aspectos sensoriais também é muito importante, utilizar em terapia; texturas, trabalhar o tato, olfato, paladar, sons... Tudo isso leva o paciente a desenvolver uma maior sensibilidade e interesse sensorial, que como consequência podem melhorar sua interação. 
       

Para os pais: é importante que a linguagem seja estimulada de forma precoce, aproveitando as situações do dia a dia para trabalhar e estabelecer conceitos, para que o aprendizado ocorra de maneira prazerosa. Estabelecer rotinas, trabalhar pela independência dos filhos, coloca-lo dentro das atividades de rotina da família (ir ao mercado, preparar o almoço, arrumar a casa) Brincadeiras utilizando bola de sabão, massinha, pintura, fantoches, música... 


É importante que estejamos atentos para as necessidades individuais de cada paciente, e quando a família e a escola estão envolvidas no processo terapêutico, os ganhos são infinitamente maiores.

 
 

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