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  • Foto do escritorAlexandre Madruga

Vacina de imunização ou exterminação


É revoltante a maneira como nossos governantes tratam nossos animais: extermina-se nos CCZs (Centro de Controle de Zoonoses) sem que os animais tenham nenhuma chance; deixam correr livremente o comércio de animais, e não venham me dizer que há leis que proíbem a venda, já que ninguém fiscaliza absolutamente nada. Mesmo que fiscalizassem, existem os canis filiados ao BKC, com aval definitivo para vender e lucrar muito à custa de pobres fêmeas. Só não vê quem não quer. Não se toma uma atitude contra por falta de coragem moral. Como se nada disso fosse o bastante para as infelizes criaturas, ainda se fabricam vacinas, como esta última, contra a raiva, que dá raiva só de pensar o mal que causou a tantos animais, levando, inclusive, muitos à morte.

Para coroar a falta de respeito, usaram animais sadios para testar uma vacina           que já comprovadamente assassinou centenas de animais. Ora, por que não               Andréa Lambert – Médica veterinária, representante da ANIDA

utilizaram os 217 animais mortos pela maldita vacina? Por que usaram animais sadios para comprovar o que já estava mais que comprovado, justamente numa vacina que seria logo descartada? Não é mesmo para dizimar e infligir sofrimentos desnecessários aos animais? Acho muito justo que a ANIDA – Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais – entre com uma ação civil pública indenizatória contra o Laboratório Biovet, fabricante da vacina RAI-PET. A advogada da ANIDA, Dr.ª Vera Kenpers, explica que: “Como o próprio Ministério da Saúde constatou que a vacina mata, donos de cães e gatos têm o direito de acionar na justiça o fabricante por danos morais. Até aqueles que gastaram dinheiro com seus bichos em clínicas veterinárias, após a aplicação, têm direito também”.

Para reflexão, retirado do site:

“[…] há evidência de que algumas vacinas conferem imunidade além de um ano. De fato, segundo investigação não há prova de que muitas das vacinas anuais sejam necessárias e que a proteção em muitos casos pode ser por toda a vida […] A vacinação é um procedimento médico potente com tantos benefícios como riscos para o paciente […] A revacinação de pacientes com imunidade suficiente não agrega de forma mensurável a sua resistência a enfermidade e, pode incrementar o risco de eventos adversos pós-vacinais.”

Já pensaram se as vacinas tomadas pelas crianças tivessem o mesmo problema que a vacina antirrábica teve com os animais vacinados? Será que também usariam crianças sadias pra estudar a mesma vacina que sabidamente matou outras tantas? Sei não, do jeito que a coisa anda, é bom ficar de olhos abertos.

Fontes:

Jornal O GLOBO de 08/10/10.

Por: Fátima Borges – Colunista, Professora de Português e Teatro Infantil, Artista Plástica e Poetisa

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