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  • Foto do escritorPedro Nascimento

Novo projeto de lei quer remodelar área geográfica da Zona Oeste

De acordo com vereadores, delimitar a Zona Oeste em dois trechos geográficos ajudaria a melhorar a fiscalização sobre o dinheiro público


Apesar do projeto de lei que criaria a "Zona Leste"(abrangendo bairros de Jacarepaguá, Barra, Recreio e Vargens) ter sido reprovada em 2019, o assunto de dividir a Zona Oeste ainda é debatida pelo poder legislativo municipal. Vereadores que possuem base eleitoral na Zona Oeste, principalmente fora desses bairros, ainda lutam para aprovar um projeto com este objetivo.


Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Vereadores prevê que o Poder Executivo crie a área geográfica da Zona Oeste. Ela vai abranger os seguintes bairros: Bangu, Vila Kennedy, Deodoro, Campo dos Afonsos, Gericinó, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Realengo, Santíssimo, Senador Camará, Vila Militar, Barra de Guaratiba, Campo Grande, Cosmos, Santa Margarida, Guaratiba, Inhoaíba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Senador Vasconcelos e Sepetiba.


Uma outra área geográfica seria criada, a que foi chamada de "Zona Leste", esta região abrangeria os bairros de: Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Vargem Pequena e Vargem Grande.



Esses bairros não ficam exatamente a leste e, na verdade, nem passam perto. Se fosse forçar um pouco, a Zona Leste do Rio, poderia ser considerada a região da Ilha do Governador, o Centro da Cidade ou o mar da Baía de Guanabara. Apesar disso, a intenção da criação de uma nova região é para melhorar a fiscalização sobre as aplicações de verbas e emendas parlamentares nas duas partes.


Para o vereador Rafael Aloisio Freitas (Cidadania), quando se diz que investimentos estão sendo destinados para a Zona Oeste, muitas vezes, quando vai verificar, foram todos para a AP4, que inclui bairros como Barra da Tijuca e Recreio, e não para a AP5. Segundo ele, a aprovação da mudança vai permitir identificar com mais clareza as áreas da cidade.


Tainá de Paula (PT), presidente da Comissão de Assuntos Urbanos, alegou que é preciso discutir mais amplamente o projeto no Plano Diretor, que é o fórum mais adequado para definir o zoneamento na cidade.

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